segunda-feira, 20 de março de 2017

Entrevista com o cantor e compositor Marvin Maciel.

Marvin Maciel, cantor e compositor, seu trabalho é música! 
Parceiro de Daniel Guerra, no videoclipe "Eu Quero o que era Meu", comemorando 10 anos do projeto Cinema Possível.
Você pode conhecer melhor o trabalho de Marvin Maciel, acessando todas as plataformas digitais,
SPOTIFY, DEEZER, ITUNES MUSIC,AMAZON.

Cantor e Compositor Marvin teve uma música de sua autoria (A bola Não Cai) gravada pelo cantor Seu Jorge e segue fazendo o que mais gosta, shows. 
Com seu pop rock vintage autoral, Marvin fala do caos social, amor, viagem sideral e superação.


Marvin Maciel - Circulando pelo mudo.

Cine Clipe Musical – Fale um pouco da tua vida artística, como começou e quais as suas aspirações.
Marvin Maciel – Comecei por volta dos 16 anos,afinal o artista deve estar sempre começando. Quero sempre melhorar e onde ou como chegarm é como prever o caminho, impossível. Nasci no Rio de Janeiro, estou lançando o meu 2º álbum "Desenho de Furacão", onde busco interação entre letra, música, e imagens. 
Em 2005 gravei  e produzi o meu primeiro álbum chamado "Pessoas de Mentira Num Mundo de Verdade”, que teve como destaque a música “Juliette” que ganhou um videoclipe no estilo romance policial e entrou na programação das MTVs do Brasil, Europa e América. No novo álbum destaque para a música "Aquela Paz" e a faixa-título "Desenho de Furacão", uma homenagem a cantora Amy Winehouse, retratando a solidão comum a todos nós, em algum momento da vida! 
Eu sou Marvin Maciel, atual e retrô.










C.C.M. - O que é música pra você?
M.M.  – Casamento pra sempre

C.C.M. – O que mais te emociona e faz feliz?
M.M. – Estar no palco

C.C.M. - Qual a sensação de ver um trabalho musical teu sendo filmado pelo projeto Cinema Possível, em comeração aos 10 anos do projeto!
M.M. – É sempre emocionante ver um trabalho seu sendo reconhecido

C.C.M.  – Quais seus livros, músicas e filmes preferidos?
M.M. – Xangai de Back Street (Jô Soares no momento Desenho de Furacão e Angel (jimmy Hendrix ).

C.C.M. - O que é arte, pra você?
M.M.  – A arte sempre foi e sempre será uma forma de melhorar o mundo é a nós mesmos.

C.C.M. - Quem é Marvim Maciel por Marvim Maciel.
M.M. – Essa é difícil de responder, estou me conhecendo e procurando melhorar sempre!

Curta o trabalho autoral de Marvin Maciel e Daniel Guerra



quinta-feira, 9 de março de 2017

Dandara Melo: Entrevista Relâmpago com a atriz e modelo da Região dos Lagos.

Dandara Melo tem 24 anos e é filha de Yara Araujo, produtora e Daniel Guerra, músico. Estuda turismo, no CEDERJ - UFRRJ (Universidade Rural do Rio de Janeiro). Influenciada, artisticamente pelos pais, não teve dificuldades para fazer da arte, uma prática em sua vida, quer seja, como modelo ou atriz, está sempre focada.
Depois de fazer diversos cursos livres na área teatral, passou a se dedicar ao OFICENA - Curso Livre de Teatro do teatro municipal de Cabo Frio, onde, também, passou a dedicar-se ao audiovisual, através de alguns projetos que foi convidada a realizar. Integra, atualmente, o grupo "Andança por um teatro livre", em cartaz nas ruas da cidade com a peça "A Farsa do Advogado pathelin". 

Dandara Melo fotografada por Nathally Amariá - Set de filmagem do
videoclipe: "Eu Quero o que era Meu", de Daniel Guerra e Marvin Maciel
Cine Clipe Musical – Fale um pouco da tua vida artística, como atriz e produtora.

Dandara Melo – Iniciei a vida mais voltada para a música aos nove anos, quando entrei em coral escolar e comecei a tocar flauta doce. Logo em seguida fui para flauta transversa, na escola Villa Lobos. Mas, quando fui morar, aos dezesseis anos, com meu pai comecei o teatro: fiz parte de duas companhias uma profissional e outra armadora: "Encenadores teatrais" e "Triatro". Hoje, faço parte da companhia "Andança, - Por um teatro livre", do professor e diretor teatral Italo Luiz Moreira. Também trabalhei em uma produtora cultural, no Rio de Janeiro.
Além de todo o percurso dentro da música e do teatro, fui modelo, agenciada pela empresa Mega Brasil. Atuando no ramo da moda por 4 anos. Atualmente estudo no OFICENA e faço parte do projeto Cinema Possível. Acabei de fazer um ensaio fotográfico com o projeto de arte conceitual "Mala da Fama", onde fui clicada pelo fotógrafo Marcos Homem, que considero um dos melhores fotógrafos da Região dos Lagos.

C.C.M. - O que é arte pra você?

D.M. – Dentro do vasto universo somos pequenos, mas quando mergulhamos na arte, acessamos um infinito de possibilidades para transcendermos .

C.C.M. – O que mais te emociona e faz feliz?

D.M.  – A contemplação da vida através da arte é o que me faz mais feliz desde sempre. 



C.C.M. - Fale um pouco da afirmação feminina, nos dias de hoje.

D.M. – Nós, mulheres, já conquistamos muito com o passar dos anos, através de nossa luta, porém, ainda há muitas divergências em questões como a diferença dos salários, por exemplo, além das oportunidades... A mulher ainda é vista como objeto sexual, sofrendo abusos e violência até mesmo dentro de casa. Existem relacionamentos abusivos estampados nas redes sociais, nas ruas, evidenciando o estado de alerta que vivemos.
A cada 12 minutos, uma mulher é morta no Brasil. Durante o carnaval, a cada 16 segundos, uma mulher sofreu assédio nas festividades! Ainda precisamos lutar muito para equilibrar nossos diretos e ter um mundo mais justo e, principalmente, seguro.  
Sobre este assunto, escrevi este poema que costumo declamar em saraus e ventos abertos, quando me convidam. Como símbolo de luta!

 *
VEJA ensaio fotográfico
completo com a Mala da Fama:
Fotos de Marcos Homem.
Bolsonaro mito?
Não.
É pela direita que somos estupradas.
Somos vadias, meretrizes e culpadas.
Se anda sozinha.
Estava com pano curto, provocava.
Isto revolta,
Mata, destrói...
Comem nós isto dói, dói...
Somos órfã Portuguesa,
Índia caçada.
Escrava enjaulada,
Judia prostituída...
Marginalizadas,
Deportadas tudo carnes baratas.
Relacionamentos extremamente abusivos,
Mas hoje haverá resistência
A luta pelo ventre livre...
A carta de alforria desta sociedade
Hipócrita, pedante, mesquinha...

onde o sexismo e puro banquete religioso

E totalmente remorso...
Basta hoje não nós calarão!
 *
C.C.M.  – Quais seus livros, músicas e filmes preferidos?

D.M.  – livros: Revolução dos Bichos (Jorge Orwel), Segundo Sexo (Simone de Beauvoir), Otelo (William Shakespeare), entre outros.
Músicos da minha preferência: Meu pai, Daniel Guerra,  Chico Buarque, Caetano Veloso, Elis Regina, Marisa Monte.
Meus filmes preferidos são: Central do Brasil, Auto da compadecida entre tantos outros do cinema nacional.

C.C.M. - Como está sendo, para você, viver a experiência de comemorar 10 anos do projeto Cinema Possível, através do videoclipe "Eu Quero o que era meu", de Daniel Guerra e Marvin Maciel?

R -  Fico extremamente lisonjeada.  O universo conspira quando se tem gratidão pela vida, energias positivas se encontram e fazem o projeto acontecer e ser esta coisa linda que foi todo o processo e agora, o resultado tão agradável.

CURTA O VIDEOCLIPE






Cinema Possível, uma homenagem às Mulheres.

sábado, 25 de fevereiro de 2017

Daniel Guerra. Um músico com a força de uma montanha!

Em Daniel Guerra, tudo é luz, tudo é força, no sentido poético e simples da palavra. Daniel lembra aqueles grandes heróis desbravadores do passado, um saltimbanco da utopia, uma energia de amor, que habita nosso mundo tão cansado de injustiças.
Tive o privilégio de assistir a um de seus shows ao vivo e pude perceber o quanto ele se comunica com a platéia, através de sua música autoral, tão única. Um compositor sagaz, com uma técnica de violão e voz, que meche a platéia, Daniel é um grande vencedor da arte. Por isso, o Cinema Possível o escolheu para ter um videoclipe conosco. 
Vamos conhecê-lo melhor, nesta entrevista.

Daniel Guerra e seu violão amigo - Foto: Nathally Amariá.


Cine Clipe Musical - Fala um pouco da tua história de vida!

Daniel Guerra - Nasci no Recife,  de família nordestina. Casado, pai de Dandara e Luana, moro na Baixada desde os 7 anos de idade, neste pedaço de chão construí minha história. Sou músico, compositor e produtor cultural, formado pela Villas Lobos e SUAM, também fui do comércio formal e informal e exerci atividades como: animador cultural e coordenador de cultura do Projeto nos Cieps, fui professor e lecionei no Estado por aproximadamente 8 anos; ( Ed. Artística e Geografia ), fui proprietário do Daniel's bar , espaço alternativo de cultura dos anos 90, espaço este que contribuiu muito para o desenvolvimento da cultura da baixada. Tenho 20 anos de música 3 CDs e 2 DVDs gravados com o Grupo regional Pimenta do Reino, no qual desenvolvo um trabalho de cultura Nordestina. Fui Subsecretário de Cultura de Nova Iguaçu  no período de 2004 á 2009. Atualmente produzindo o Cd solo autoral. 

C.C.M. – Fale um pouco da tua vida artística, como começou e quais as suas aspirações.
D.G.  -  De família musical, comecei cedo a tocar um instrumento, com  influências em artistas como Beatles, Luiz Gonzaga, Alceu, Geraldo Azevedo, Zé Ramalho, Caetano, Chico Buarque, Gil , a galera mineira do Clube de Esquina .  Comecei profissionalmente aos 17 anos tocando em bares da região, participei de vários festivais pelo Brasil.  O lado autoral sempre esteve presente no meu repertório. Participo  como compositor e cantor desde 2002 em um grupo regional chamado Pimenta do Reino. Atualmente preparando o CD solo autoral.

Set de gravação do videoclipe: "Eu quero o que era meu", parceria de Daniel Guerra com Marvin Maciel.
Foto: Nathally Amariá
C.C.M. - O que é música pra você?
D.G. - Algo que aguça minha alma. Um sentimento retratado pelo som

C.C.M.  – O que mais te emociona e faz feliz?
D.G - No Palco cantando e tocando minha música.

C.C.M. - Qual a sensação de ver um trabalho musical teu sendo filmado pelo projeto Cinema Possível e, ainda, ter sua filha como atriz convidada?
D.G.  - Maravilhoso... feliz.

C.C.M.  – Quais seus livros, músicas e filmes preferidos?
D.G. - Clarisse Lispector , Fernando Pessoa,/ Grande Sertão Veredas .The Long and Winding Road , Construção ( Chico ), Ciúme ( Caetano ) ,   A Lista de Schindler, Ladrões de bicicleta.

C.C.M. - Você canta para mudar o mundo ou mudar a si mesmo?
D.G. -  Os dois , até porque você mudando conceitos , linguagens, criando, contribui para mudar o mundo. A criação é tudo!

C.C.M.  - Quem é Daniel Guerra por Daniel Guerra?
D.G. -  Um canceriano idealista , músico sensível,  realizador , do bem , família, amoroso, determinado, sonhador,  e que acredita nas pessoas,  e que luta por  mundo melhor.

CURTA O VIDEOCLIPE DE DANIEL GUERRA!





segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Entrevista relâmpago com Daniel Arm

Natural de Cabo Frio, Daniel Arm trabalha com artes plásticas, toca violão, compõe músicas desde muito cedo. É apaixonado por teatro e a arte do ator. Fez sua vivência de palhaçaria na "Cidade de Palhaços", com Jiddu Saldanha e estudou no OFICENA - Curso Livre de Teatro de Cabo Frio. 
Atualmente estuda filosofia na UFF - Niterói. Dedica-se também à dança e à arte de estar/sendo. Apesar da multiplicidade de atividades, Daniel acredita ser apenas...  e a arte, o seu todo!


No set de gravação do videoclipe "Eu quero o que era meu"
Foto: Nathally Amariá.

Cine Clipe Musical – Fale um pouco da tua vida artística, como começou e quais as suas aspirações.

Daniel Arm -  Minhas aventuras artísticas começaram desde "meses de idade", quando colocaram um papel e um lápis na minha mão...
Ainda muito novo, um pouco mais tarde, ganhei uma gaita de presente e o som entrou no meu corpo que sempre ansiou por expressão e liberdade. 
Mais tarde, pisei num palco de teatro, pisei em mim!
Minha relação com a arte é praticamente uma necessidade "viscerogênica" e minha aspiração é seguir fazendo enquanto der.

C.C.M. - O que é arte pra você?

D.A.  – O que faz existir ser ‘’existível ‘’, a certeza de que mover faz mover; e mover-se, transforma, significa, ressignifica, edifica e dignifica!

Ao lado da atriz Nadir Pires - Foto: Nathally Amariá.

C.C.M  – O que mais te emociona e faz feliz?

D.A. – Poder fazer parte das coisas que são e percebê-las.Ter amor, receber amor e ver o amor.

C.C.M.  – Quais seus livros, músicas e filmes preferidos?

D.A.  –  Difícil...
livros: Os miseráveis –Victor Hugo (primeiro livro que li, muito carinho) e Vidas Secas – Graciliano Ramos.
Música: A que me tira da situação passiva no momento (varias a todo tempo).
Filme: Ferris Beuller’s Day off (nostalgia).

C.C.M. - Como está sendo, para você, viver a experiência de fazer parte das comemorações dos 10 anos do projeto Cinema Possível; através do videoclipe "Eu Quero o que era meu", de Daniel Guerra e Marvin Maciel?

D.A. -  Primeiro sentimento é o de gratidão por poder conhecer e estar com pessoas maravilhosas. Todos juntos em um projeto inocente, colorido, romântico e demasiadamente prazeroso. É um privilégio!
Sem contar que já me arrisco a dizer que esse foi o papel da minha vida (risos), fazer par com a linda atriz Nadir Pires. Foi ‘’bem bom ‘’. brincadeira à parte, o projeto é lindo e produto também será!

Curta a participação de Daniel Arm, neste videoclipe.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Entrevista relâmpago com Andreza Ferreira

 Nascida e residente em São Pedro da Aldeia. Andreza Ferreira estudou teatro no OFICENA - Curso Livre de Teatro de Cabo Frio. Atualmente, estuda pedagogia na UERJ em parceria com a CEDERJ. Tem 20 anos.


Escolhendo o melhor ângulo: Foto - Camille Miranda


Cine Clipe Musical – Fale um pouco da tua vida artística, como começou e quais as suas aspirações.

Andreza Ferreira - Minha vida artística começou quando passei a escrever textos e poesias. Me inspirava muito em minha mãe, pois ela vivia escrevendo. Sempre gostei muito de música, tocar bateria e escrever. Em 2013 eu entrei pro oficena e passei a gostar, também, de fazer teatro. Atuei em algumas peças do OFICENA, e integrei um dos elencos de "O Inspetor Geral", de Nikolai Gógol, dirigido pelos professores Italo e Jiddu.

C.C.M - O que é arte pra você?

A.F. - Arte vai muito além de um nome ou algo que a especifique. São diversidades, é o silêncio, é o olhar pra dentro de si e se conhecer, saber de sua significância. Tudo é arte. O que diferencia isso é o nosso olhar pras coisas.

Preparativos para gravar: Foto - Camille Miranda
C.C.M – O que mais te emociona e faz feliz?

A.F. - Ouvir música me emociona e me faz bem feliz.

C.C.M. – Quais seus livros, músicas e filmes preferidos?

A.F. - Sou bem eclética e depende bem do momento que estou vivendo.
Agora eu poderia ler "O Diário de Anne Frank", assistir "Hair" e ouvir quase tudo de Alceu Valença!

C.C.M. - Como foi, para você, viver a experiência de participar do videoclipe "Alma Lavada", comemorando os 10 anos do projeto Cinema Possível?

A.F. - Foi muito gostoso. Como é bom me juntar a esse pessoal, rir, brincar, jogar água no rosto e ao mesmo tempo, trabalhar com eles.
Me surpreendi ao ver o videoclipe, adorei o resultado, adorei a montagem.

Assista o vídeoclipe "Alma Lavada"!


sábado, 14 de janeiro de 2017

Entrevista relâmpago com Marco Valença.

Como se define Marco Valença por ele mesmo? 

"Se for para me definir em uma palavra digo que sou, essencialmente, poeta. Quando fotografo, escrevo um roteiro, leio um texto, canto, faço letras de canções, produzo um show, um disco, um livro ou uma exposição, ainda assim sou poeta. Uma pessoa que trabalha com palavras e pelas palavras, mesmo quando a matéria é uma imagem, um som ou um objeto, em meu trabalho a poesia está presente."

Marco Valença.
Cine Clipe Musical – Fale um pouco da tua vida artística, como começou e quais as suas aspirações.

Marco Valença - Nunca fui, e não sou, um profissional da arte. Mesmo com canções gravadas comercialmente, livros editados, exposições de fotografias, sustentei a vida fazendo produção de vídeos, eventos e espetáculos, estes sim voltados para a literatura, teatro, dança e, principalmente, música.

Comecei a escrever na escola e nunca mais parei. Meu primeiro poema publicado data de 1969. Devo a Magnólia Brasil e a Hermínio Bello de Carvalho os primeiros grandes incentivos para seguir criando.


C.C.M.  - O que é arte pra você?

M.V.  - Como disse o querido poeta Ferreira Gullar: "A arte existe porque a vida não basta". Quando um artista cria uma obra, ele próprio se recria e também à vida. A partir de cada momento de criação, nunca mais a vida será a mesma, muito menos o artista.

C.C.M. – O que mais te emociona e faz feliz?

M.V. -  A expressão humana brotando da arte sincera, bela e sem medidas. E também a generosidade da natureza em água, terra, fogo e ar, vegetal, mineral e animal.

C.C.M.  – Quais seus livros, músicas e filmes preferidos?

M.V. - Impossível definir isto. Não dá nem pra justificar por quê. Só a riqueza incomensurável da música popular brasileira...

C.C.M.  - Como foi, para você, viver a experiência de participar do videoclipe "Alma Lavada", comemorando os 10 anos do projeto Cinema Possível?

M.V. - Na verdade, a notícia de que Alma Lavada, canção minha e de Paulo Ciranda, parceiro em centenas de canções, me pegou de surpresa. Não sabia do projeto. Agradeço a Jiddu Saldanha & Cinema Possível a escolha de nossa música como tema do vídeo. Gosto muito, vibro e aplaudo o belo trabalho que vocês todos construíram. Meu abraço.

Para conhecer a arte de Marco Valença: www.marcovalenca.com

Assista o Clipe


Entrevista relâmpago com Rafaela Medeiros.

Rafa, como é carinhosamente conhecida, tem 21 anos, nasceu no subúrbio carioca, mas desde os 7 anos vive na Região dos Lagos, onde considera seu lar. Atualmente faz parte do programa Jovem Aprendiz da Auto Viação Salineira e esta na reta final da graduação em Produção Cultural, na UFF. Coisas que ela não abre mão em sua vida são: Sua fé, família (parentes e amigos), a cultura, a natureza e todas as coisas que acredita e luta.


Rafa dedica-se à produção e faz as coisas acontecerem na vida dos
artistas da cidade. Foto: Camille Miranda.

Cine Clipe Musical – Fale um pouco da tua vida profissional, como começou e quais as suas aspirações.

Rafaela Medeiros – Apesar de não praticar nenhuma atividade artística, tenho uma relação muito próxima com a arte por causa da profissão que escolhi. Tudo começou quando escolhi fazer Produção Cultural, até então minha única relação com a arte era através de ouvir música. Na faculdade tive a oportunidade de conhecer e estudar sobre as mais diversas áreas artísticas e assim fui me apaixonando por cada uma delas. Hoje em dia não vivo sem arte e espero poder trabalhar sempre produzindo cultura. Quero poder dar cada vez mais oportunidades de mais pessoas conhecerem, apaixonarem-se e se transformarem pela arte, assim como aconteceu comigo.

C.C.M. - O que é arte pra você?

R.M. – Arte é algo muito maior que nós para que possamos rotular, mas creio que é exatamente isso que torna a experiência artística algo tão pessoal e único para cada um, e isso é lindo! Arte pra mim é tudo que me transforma em alguém melhor. Eu vejo arte em tudo que me toca a alma e o coração. Arte está na simplicidade da vida! Sempre digo que a arte é uma das coisas que faz eu me sentir viva nesse mundo, e não somente existindo.


A Observação dos detalhes, para saber se tudo caminha bem é o trabalho
de uma produtora dedicada. Foto: Camille Miranda.
C.C.M. – O que mais te emociona e faz feliz?

R.M. – Minha fé, minha espiritualidade, as pessoas que amo e a reciprocidade que existe nessas relações, a cultura como um todo, a arte, a natureza, e lutar pelas coisas que acredito. Sem dúvidas são essas coisas que mais tento cultivar em minha vida, é o que me faz feliz e estar viva. A busca constante por SER, muito mais do que ter, quero sempre ser!

C.C.M. – Quais seus livros, músicas e filmes preferidos?

Rafaela Medeiros, cuidando dos detalhes da atriz Andrezza
Ferreira, antes de entrar em cena. Foto: Camille Miranda.
R.M. – Ultimamente tenho lido e visto bastante documentários sobre diversas religiões, apesar de ter minha crença, gosto de conhecer todas as religiões e tirar coisas boas de cada uma. Gosto de filmes que mesmo depois que acabo de assistir, seguem vivos em mim e me fazendo pensar. Um filme que me marcou e emocionou muito por falar de um assunto tão sério de uma forma tão leve e impactante é “Histórias Cruzadas”. E sobre música, sem dúvidas é uma das coisas que tem mais poder sobre mim. Amo a música brasileira, todos os seus ritmos, toda sua história, é um dos meus maiores orgulhos. Apesar de amar a música brasileira como um todo, tenho uma relação muito especial com o samba, sou apaixonada!

C.C.M. - Como foi, para você, viver a experiência de participar do videoclipe "Alma Lavada", comemorando os 10 anos do projeto Cinema Possível?

R.M. – Foi incrível, pois como produtora cultural quero ter contato com todos os tipos de produção artística. Eu nunca tinha tido oportunidade de trabalhar na produção de um videoclipe, além de uma experiência linda, foi um aprendizado enorme e com certeza quero trabalhar sempre com esse tipo de produção. Sinto muita gratidão pela oportunidade! O mais importante pra mim em participar desse trabalho, é que claramente o maior recurso que tínhamos no set de filmagem era o amor pela arte e a vontade de estar ali de cada um. Os recursos técnicos eram muito limitados, mas os recursos humanos eram muito ricos, essa é a beleza da arte independente e o que mais me emociona em fazer parte desse projeto.

Assista o Vídeo




NOVO VÍDEO COM RAFAELA MEDEIROS